Pelo menos desde 2003 defendo que os livros escolares obrigatórios devem ser disponibilizados em versão digital a preços mais baixos. Uma das razões é esta: as familias portuguesas não têm qualquer poder negocial perante a imposição estatal na educação dos seus filhos. A intervenção do Estado apenas defende os interesses dos grandes grupos editoriais que fazem do início do ano escolar uma "época alta" para a venda dos produtos que os consumidores são obrigado a adquirir. Não há escolha.
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